Jornada Principal quer nova Comissão de Acompanhamento do aterro de Sobrado

A Associação Jornada Principal, com sede em Sobrado, Valongo manifestou em tomada de posição publica, o desejo de que seja criada uma uma nova comissão para acompanhamento do aterro de Valongo. Esta associação ambientalista refere que apenas funcionou durante três meses. Outra queixa tem a ver com o facto de não ter tido assento na comissão.

“Salvo melhor entendimento, não parece que, atendendo ao histórico de violações cometidas pela entidade gestora no decurso da sua atividade no aterro em Sobrado e de suspeitas de diversas ilegalidades, três meses seja um prazo razoável para desencadear ações de fiscalização e de inspeção, de verificação do cumprimentos dos dispositivos legais, para cumprir todos os objetivos delineados para uma comissão de acompanhamento”, refere a associação ambientalista.

Em comunicado, assinala que todos os desenvolvimentos posteriores ao encerramento da referida comissão de acompanhamento justificam uma estrutura sucessora.

Um dos desenvolvimentos foi a suspensão da licença para a receção do amianto.
Além disso, “as queixas dos cheiros nauseabundos intensificaram-se com o levantamento da restrição de circulação de pesados na estrada municipal 606 a veículos autorizados e subsiste o perigo de contaminação das águas e do subsolo.

foto: Arquivo