(Imagem: Município da Maia)
A Câmara Municipal da Maia está a realizar o maior investimento de sempre na área da saúde, com um plano global de 19,9 milhões de euros que prevê a construção de três novos edifícios e a reabilitação de várias unidades já existentes. O objetivo é modernizar a rede de cuidados primários, reforçar a qualidade do atendimento e servir mais 58 mil utentes.
O projeto mais ambicioso é o Parque de Saúde e Bem-Estar da Maia, já em construção na Cidade da Maia, que representa um investimento de 13,1 milhões de euros. Distribuído por quatro pisos acima do solo e dois em cave, o edifício contará com 52 gabinetes médicos, 32 de enfermagem, 12 salas de tratamento e três ginásios de reabilitação, além de reservar um piso para a Unidade de Saúde Pública da ULS São João. Entre as valências previstas estão o Centro de Saúde Digital, consultas descentralizadas de especialidades hospitalares, centro de diagnóstico integrado, psicologia, nutrição, podologia e saúde oral. A conclusão está prevista para junho de 2026, com capacidade para acolher mais 30 mil utentes.
Outro investimento em curso é a nova Unidade de Saúde de Pedras Rubras, em Moreira, com 2,7 milhões de euros de orçamento. O edifício vai dispor de 15 gabinetes médicos, 13 de enfermagem e quatro salas de tratamento, permitindo alargar a resposta a mais 20 mil utentes das freguesias de Moreira e Vila Nova da Telha. Também com conclusão prevista para 2026, a unidade responde ao crescimento demográfico da zona.
Em Milheirós, no Parque de Calvilhe, está a nascer outra Unidade de Saúde, avaliada em 1,5 milhões de euros. O espaço vai contar com oito gabinetes médicos, seis de enfermagem e duas salas de tratamento, reforçando a cobertura de cuidados para mais 8 mil utentes.
Paralelamente, o município está a modernizar unidades já existentes: a USF Alto da Maia (Águas Santas), alvo de uma remodelação de 1,59 milhões de euros; a USF Saúde em Família (Pedrouços), em intervenção completa de 500 mil euros; e a USF Pirâmides (Cidade da Maia), em renovação na área da climatização e eficiência energética, no valor de 205 mil euros. A substituição de equipamentos de ar condicionado em várias unidades representa ainda um investimento adicional de 81 mil euros.
Este reforço na rede de saúde permitirá reduzir tempos de espera, aumentar equipas clínicas, eliminar gastos com arrendamentos e modernizar os cuidados primários e especializados, garantindo maior conforto, inovação e acessibilidade para os utentes e suas famílias.
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