Cigavapor: Há 10 anos a crescer a partir de Valongo

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A Cigavapor fez 10 anos no mês de Abril deste ano e cresce para todo o país. Tudo começou com a primeira loja a ser criada em Valongo.

A Cigavapor nasceu a 27 de Abril de 2011 e o objetivo era e é ser um substituto ao cigarro convencional. A 5 de Agosto de 2013 inaugurou a sua primeira loja, que é a loja de Valongo, a partir dessa loja cresceu para todo o país, tendo atualmente 14 lojas dedicadas e 3 pontos de venda.
Atualmente a Cigavapor é PME no sector dos Cigarros eletrónicos.
Vítor Monteiro é o responsável pela marca e falou com o Jornal Novo Regional acerca de vários assuntos relacionados com esta temática.
Sobre a abertura da empresa e da loja refere o responsável “No ano de 2014 foi quando houve um boom de lojas deste setor e muitas abriram sem que as pessoas “estudassem” ou tivessem experiência sequer sobre o que é necessário para se ter sucesso na substituição de nicotina entre o cigarro eletrónico VS o convencional. O que levou a alguma fama menos positiva pois todos achavam que sabiam do assunto, mas o mesmo carece de estudo e experiência. Se reparar a empresa abriu atividade a 27 de abril de 2011, mas a primeira loja só inaugurou a 5 de agosto de 2013, quase dois anos e meio depois, exatamente porque era e é necessária uma filtragem enorme quer dos fornecedores quer dos produtos a comercializar. Ainda hoje em dia, antes de colocarmos produtos nas nossas lojas compramos algumas unidades para as testar e só depois as colocarmos á venda se forem previamente aprovadas por nós.
Já quanto ao facto de ter havido uma diminuição de utilizadores dos equipamentos de substituição. isso tem duas explicações para o nosso interlocutor, “uma é ótima, que foram os clientes que transitaram do cigarro convencional para o nosso e depois largaram tudo, e isso é simplesmente fantástico podermos ter tido esta influência positiva na vida das pessoas. Outros houve, que a transição não foi tão fácil, que tentam descer rapidamente o nível de nicotina, o que nós desaconselhamos a ser feito sem a nossa ajuda, pois existem descidas do nível de nicotinas que de tão bruscas levam a pessoa a não ficar saciada e consequentemente a pegar no cigarro convencional”.
Acerca da frase feita que a nicotina faz mal, diz Vítor Monteiro que “é engraçado que diga isso pois até hoje ainda não me apresentaram nenhum estudo que me demonstre a que faz mal a nicotina. A nicotina é uma substância viciante/estimulante que eu comparo muito com a cafeína que existe no café. Ora pense… nicotina…cafeína…serão da mesma família, e os princípios ativos serão sensivelmente os mesmos. Aliás, é muito comum dizer-se que se pega num cigarro convencional porque o corpo precisa de nicotina, mas que o que faz mal é tudo o resto, alcatrão, monóxido de carbono etc etc”.
Os especialistas afirmam que o ideal é que as pessoas deixem completamente de fumar e sobre isso o nosso entrevistado refere que “Sim, isso é verdade no mundo perfeito, mas o mundo real é outro. Repare, imagine que existem em Portugal 2 milhões de fumadores e uns 300 mil de um dia para o outro conseguem largar o tabaco, isso é o perfeito e desejável, mas para os restantes 1.7 milhões não existem respostas eficazes para os ajudar nesse processo, por isso existimos”.
Sobre as noticias que davam conta de especialistas que defendiam o mesmo, Vítor Monteiro diz que “Eu gostava de saber qual é o tratamento à base de fumo que existe a nível pneumológico… não existem, pois não? Só à base de vapor… repare, ao fumar está a colocar fumo no corpo…fumo…e ouvir pneumologistas dizerem isso, até me arrepia a espinha”.
Há líquidos com selo como o do tabaco e o responsável da Cigavapor explica “No início de 2015 o governo português aplicou uma taxa aos nossos líquidos que é bom por um lado e mau por outro. É mau porque fica ligeiramente menos económico o líquido, mas em contrapartida para os líquidos estarem à venda e com selo tipo o do tabaco, temos que ter a aprovação da direção geral de saúde (DGS) e de uma plataforma europeia que foi criada para este tipo de produtos. O que aumenta a garantia e segurança dos utilizadores no que consomem.
Todos os líquidos são selados e produzidos em laboratórios, portanto com segurança máxima”.
Quanto aos estudos científicos que dizem que o cigarro eletrónico é mais prejudicial que o tabaco, Vítor Monteiro responde que “Está-me a falar de estudos encomendados, nesses sim nesses estudos adulteram-se resultados para que assim pareça como diz, mas se sairmos de laboratórios privados que fazem esses estudos e entrarmos na esfera de instituições publicas tem por exemplo a Universidade King’s College de Londres dizem que “Os cigarros eletrônicos são 95% menos prejudiciais que o tabaco tradicional”. É o que indoca por exemplo um estudo publicado pela Public Health England (PHE), uma agência do Serviço de Saúde do Reino Unido (NHS).
O organismo, que afirma que em um “futuro próximo” o NHS poderia receitar os e-cigarros para ajudar as pessoas a pararem de fumar e que eles poderiam ser utilizados como alternativa aos adesivos de nicotina, considera que “vaporizar”, a ação de aspirar e expelir o vapor deste produto, é “menos prejudicial” que fumar tabaco”.
Neste momento há cinco hospitais Britânicos que vão participar num teste de 30 meses usando os cigarros eletrónicos como ajuda à cessação tabágica.
Num outro estudo, liderado pela Universidade de Oxford e que envolve também a Universidade de East Anglia (UEA), é revelado que os cigarros eletrónicos de nicotina podem ajudar mais pessoas a deixar de fumar do que a terapia de reposição de nicotina, como é o caso das pastilhas ou dos adesivos. Os investigadores acreditam que, nos próximos dois anos e meio, os fumadores ingleses que concordarem em participar no programa para receberem aleatoriamente este kit inicial de vapor, enquanto aguardam pela sua vez nos serviços de emergência dos hospitais de Norfolk, poderão deixar o vício de fumarem.
Como se disse, para já são cinco os hospitais que vão participar num teste de 30 meses, incluindo o de Norfolk e de Norwich, dois em Londres e também em Leicester e Edimburgo.
Sobre a evolução do setor, o criador da Cigavapor diz que “Atualmente estamos a lançar o produto KIWI, muito parecido com o conhecido IQOS, mas que não utiliza cigarros convencionais, isto é, é com líquidos, o que leva uma pessoa a uma poupança substancial por parte dos nossos utilizadores, mas a sensação é sensivelmente a mesma e mesmo para os mais céticos podem experimentar gratuitamente em loja, para perceberem a dinâmica do produto, e mesmo ao comprarem podem experimentar por 30 dias, período que achamos necessário para fazer ajustes tanto no sabor como na dosagem da nicotina”.


O produto é muito similar esteticamente aos cigarros da IQOS, mas é à base de vapor e não fumo. À medida que esta indústria avança as empresas conseguem melhorar cada vez mais este produto “KIWI” tem tido uma aceitação enorme por parte dos nossos clientes, principalmente os que nos aparecem pela primeira vez ou mesmo ex-clientes que já nos tinham experimentado”.
Perguntamos a Vítor Monteiro, com esse produto “KIWI”, como fizeram o teste, se na empresa já ninguém fuma?
A resposta foi: “Este foi diferente dos outros precisamente pelo que me disse. No KIWI tivemos que falar com quatro pessoas, três que usavam IQOS e uma que usava tabaco normal e oferecer durante um mês o KIWI, bem como os consumíveis para perceber a dinâmica do produto.
Como tivemos uma taxa de 100% de sucesso a deixarem de fumar, lançamos este produto de uma forma completamente revolucionária em relação a todos os outros, além de os clientes puderem testar nas nossas lojas de uma forma gratuita. Na venda, a quem quiser experimentar pode levar o KIWI por 30 dias, depois de efetuar o depósito em loja do valor do equipamento, e se não se adaptar pode perfeitamente devolver o produto e nós devolvemos o valor de volta, pagando só o cliente os consumíveis usados, que são sensivelmente 3,75€ normalmente”.
Sobre o custo do produto, que orça em 68,90€, para muitas pessoas pode não ser barato e o gerente da Cigavapor responde que (RISOS): Sabia que o fumador de um maço de tabaco por dia, gasta 150€ por mês, e adaptando-se ao KIWI passa a gastar 40€ mais ou menos, é uma diferença de mais de 100€ por mês, mas a maior diferença é mesmo na saúde das pessoas, mas disso não posso falar”.
Sobre os projetos para o futuro, a Cigavapor tem de ano para ano solidificado a sua posição como líder nacional neste sector, e “esperamos ansiosamente os anos que aí vêm pois temos a convicção que este sector é o futuro”.