Domingo há eleições legislativas. Os portugueses vão escolher os 230 deputados que vão integrar a Assembleia da Republica. Esses deputados depois irão definir o próximo governo do país.
O Jornal Novo Regional pediu um texto a cada uma das candidaturas ao Circulo do Porto.
Aqui fica o texto do CDS-PP.
Pelas mesmas razões de sempre
Estamos, novamente, em vésperas de ida às urnas para escolher uma nova composição da Assembleia da República. Começando por constatar o óbvio, foi a irresponsabilidade dos partidos da esquerda que aqui nos trouxe. Precisamos de concluir que esta esquerda não serve as pessoas. O país necessita de uma mudança de ciclo e de uma nova energia reformista.
O CDS apresenta-se a estas eleições, como em todas as eleições legislativas desde 1976, com um programa que defende os valores e ideais da liberdade, da iniciativa privada, do mérito e da vida.
Nos últimos 45 anos, os eleitores tiveram várias razões para votar no CDS. Entre elas, a matriz democrata cristã, a defesa da liberdade, da justiça e da solidariedade, e a vontade de colocar a Pessoa no centro da política. Estes valores e ideais marcam toda história do CDS.
Por isso, defendemos que as pessoas devem ter cuidados de saúde a tempo e horas quando o SNS não tem capacidade de resposta. Queremos que o Estado contratualize com o sector social e particular as consultas, exames e cirurgias a que os hospitais públicos não conseguem dar resposta.
Não esquecemos que os preços dos combustíveis e da electricidade são um rombo no orçamento de todas as famílias e empresas. Queremos baixar os impostos que tornam o combustível e a electricidade num bem de luxo.
Queremos facilitar a vida às famílias que têm filhos e promover a natalidade, reduzindo o IRS e duplicando o abono de família para aqueles que têm rendimentos mais baixos. Não esquecemos, também, que uma das dificuldades das famílias são os custos e pouca disponibilidade de creches. Queremos reforçar a rede de creches gratuita e garantir uma cobertura nacional.
Defendemos, também, os nossos idosos e, por isso, queremos criar o Vale Farmácia que garanta medicamentos grátis para os mais carenciados. Queremos, também, implementar um complemento de pensão no inverno que alivie as despesas com o aquecimento das casas e queremos instituir um vale cuidador que apoie as famílias que cuidam dos seus familiares mais velhos em casa.
Hoje, um voto no CDS significa o mesmo que todos os votos recebidos desde 1974. É um voto pelo humanismo na política e pela liberdade. É um voto no mérito do trabalho e no verdadeiro elevador social que permite a todos constituir a sua família e viver confortável com os frutos do seu esforço. Hoje, um voto no CDS é um voto útil a Portugal.
Pelas mesmas razões dos últimos 47 anos, no dia 30 de Janeiro, vale a pena votar no CDS.


