Está a avançar o processo do futuro Tanatório da Maia, depois de ter sido aprovada em reunião de executivo a concessão do projeto de conceção, construção e exploração do edifício que vai prestar serviços de cremação de cadáveres e ossadas, entre outros, a privados. Investimento é superior a 13,5 milhões de euros.
Este novo serviço vai ser concebido, construído e explorado pelas empresas Servilusa – Agências Funerárias, S.A. e Garcia, Garcia, S.A.
“O presente contrato tem por objeto a concessão de obra pública, pelo qual o adjudicatário se obrigada ao financiamento, conceção, construção e conservação de um tanatório, bem como o fornecimento, a instalação, a manutenção e a reparação de todos os equipamentos inerentes, e ainda a concessão do serviço público consubstanciado no desenvolvimento da atividade de exploração, manutenção, conservação e reparação do espaço, de acordo com o definido no contrato de concessão e no caderno de encargos”, explica a autarquia.
Cremação de cadáveres, cremação de ossadas, salas de velamento, cendrário (colocação de cinzas), câmara frigorífica, sala de preparação e remoção de pace-maker são os serviços que vão ser disponibilizados por este novo equipamento na Maia, concessionado por 30 anos às duas empresas privadas.
Note-se que a Câmara Municipal da Maia já tinha lançado um primeiro concurso público para esta obra em 2020, que não recebeu quaisquer propostas. Acabou por ser aprovada a decisão de não adjudicação do concurso e, em alternativa, foi aprovada a decisão de contratar, isto é, levando à abertura de um novo concurso público para o efeito.


