Opinião. Eleições PSD – Transformar o PSD do Partido à espera para o Partido da Esperança

Há mais de 20 anos que Portugal não cresce. As pessoas vivem hoje com menos rendimento disponível do que em 2000 e cada aumento de rendimentos, seja pelo aumento salário mínimo seja pelo aumento das pensões proposto pelos Governos do Partido Socialista é rapidamente absorvido pela esmagadora carga fiscal em impostos indiretos, cegos face a quem tem mais ou menos rendimento. Ao longo destes 20 anos, interrompidos numa legislatura por um Governo liderado pelo PSD, que teve como missão cumprir com disciplina o memorando de entendimento assinado por José Sócrates com a Troika – e não governar com um programa de governo do PSD – António Costa foi sempre um dos principais responsáveis.

Os governos da geringonça, não só desaproveitaram a condição competitiva em que encontraram o País em 2015, como passados 6 anos se esgotam nas soluções propostas aos Portugueses: o país tem um crescimento anémico sendo a cada ano ultrapassado por países que há menos de 10 anos se encontravam em situação económica muito mais frágil, os serviços públicos capitulam a cada dia, das escolas aos hospitais, os custos de energia e combustíveis disparam, o país sucumbe à asfixia democrática das instituições pelo PS, facto que só teve paralelo no período de Sócrates.

Por tudo isto o PSD tem que recuperar a sua vocação de partido reformista, oferecendo ao País uma agenda de crescimento, que liberte o país, as famílias, as empresas de um destino infeliz a que certamente não escaparão na continuidade de um Governo Socialista, apoiado pelos seus parceiros da extrema esquerda.

Para isso o PSD tem que estar unido, tem que ser capaz de convocar todos para ativamente darem o seu contributo para a mudança. Este não é um desígnio mobilizado pela necessidade de poder do Partido, este é um desígnio pela necessidade de afirmação de Portugal!

O PSD precisa, por isto, de se assumir como uma alternativa clara ao Partido Socialista. Sem hesitações. Propor uma liderança cosmopolita e clara, capaz de alavancar uma renovação geracional na política. Só com uma renovação geracional será possível transformar os desafios digitais e ambientais em oportunidades de crescimento económico.

Paulo Rangel é essa alternativa, alguém capaz de transformar o PSD no partido da esperança, e abandonar a condição do partido à espera. Pela experiência governativa que já teve, pela determinação política que assumiu no combate parlamentar ao Governo de Sócrates, na visão europeia e no contacto com os mais altos representantes das instituições e outras democracias europeias, pela sua experiência académica e profissional, assim como pelas escolhas que tem vindo a revelar para construir o seu programa político, nomeadamente com Miguel Poiares Maduro e Fernando Alexandre, só Paulo Rangel representa a mudança que o PSD precisa para galvanizar o Partido e vencer, só Paulo Rangel se assume como o líder político que melhor desempenhará a função de Primeiro Ministro que o País precisa.

Por tudo isto, sábado, o PSD iniciará um novo ciclo, onde todos os militantes e muitos cidadãos encontrarão em Paulo Rangel a solução de mudança que o País precisa. Sábado votarei Paulo Rangel para Unir, Crescer e Vencer por Portugal.

Ivo Costa Santos

Seja o primeiro a comentar em "Opinião. Eleições PSD – Transformar o PSD do Partido à espera para o Partido da Esperança"

Deixe o seu comentário

Your email address will not be published.


*


Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.