José Manuel Ribeiro no ato da colocação da primeira pedra: Haverá um Antes e um Depois da Casa da Democracia Local

A construção Casa da Democracia Local em Valongo, arrancou esta manhã com a assinatura do auto de consignação da empreitada, que foi adjudicada à empresa Tecnifeira – Engenharia e Construção, S A, pelo valor de dez milhões e seiscentos mil euros.  Na oportunidade foi colocada ainda a primeira pedra. Segundo o contrato, o prazo de execução é de dois anos. Esta passo, avanço das obras no terreno, aguardava apenas o visto Tribunal de Contas.

Para José Manuel Ribeiro, presidente da Câmara de Valongo haverá um “Antes da Casa da Democracia Local e um Depois da Casa da Democracia Local”.

O autarca falou das atuais instalações da Câmara e dos custos que estas implicam, nomeadamente devido à dispersão de serviços por vários locais. José Manuel Ribeiro afirmou ainda que “deixamos o tempo do adiar para o tempo do fazer”. “Hoje é um dia muito feliz para mim porque fomos capazes de, em tempo recorde, avançarmos com este projeto”, referiu o edil valonguense.

Este edifício que irá nascer nos terrenos entre a Avenida Emídio Navarro e a Rua Visconde Oliveira do Paço vai albergar os Paços do Concelho de Valongo, que estão provisoriamente instalados há mais de 33 anos no rés-do-chão de um prédio de habitação, bem como os restantes serviços municipais dispersos pelo concelho.

Além dos espaços para funções político-administrativas, a Casa da Democracia Local surgirá como um novo espaço para a comunidade, espaço de visitação, de encontro e debate, em que se pretende privilegiar a interação dos munícipes.

Da autoria do arquiteto Miguel Ibraim da Rocha, o projeto que remete para a figura da trilobite (marca geológica mais antiga do território de Valongo) e, segundo a descrição, permitirá acolher uma humanização do novo edifício e da Praça, como espaço de apropriação e utilização pública, reconhecendo aqui desde o primeiro momento o potencial dos elementos patrimoniais a criar de valor estratégico para a afirmação da cultura, quer regional quer nacional, assumindo o desafio da valorização dos elementos do património cultural imaterial do concelho.

Na sua alocução, José Manuel Ribeiro disse ainda, a terminar, que “quanto a obra estiver concluída, toda a gente vai querer marcar presença, acho que até se vão “atropelar”, metaforicamente, claro”.