Alunos de Ermesinde apresentam no App Start Up aplicação para identificar plantas invasoras

O BioInvas, projeto desenvolvido por alunos da Escola Básica de São Lourenço, em Ermesinde, vai ser apresentado na 8ª Edição do App Start Up, que se realiza amanhã, dia 29 de outubro, às 15h00, na Kyndryl, empresa global de serviços tecnológicos e entidade parceira do Apps for Good.

Alinhada com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15 — Vida terrestre, a aplicação procura ajudar a identificar plantas invasoras que ameaçam a biodiversidade. Combina identificação por imagem com conteúdos educativos e informação técnica, incluindo vídeos e métodos de controlo destinados também a equipas municipais. A iniciativa começa em Valongo e envolve escolas, ciência e comunidade.

O projeto foi desenvolvido com a participação de alunos da educação especial, destacando a inclusão como parte do processo de inovação ambiental. Ao aproximar diferentes conhecimentos e experiências, o BioInvas procura transformar a identificação das plantas invasoras em conhecimento acessível e numa oportunidade para mobilizar a comunidade.


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No evento, a equipa terá a oportunidade de apresentar o projeto a um júri com experiência em tecnologia, investigação, inovação, comunicação, investimento e desenvolvimento empresarial. O encontro permitirá aos alunos partilhar as suas ideias, receber feedback e explorar oportunidades para aperfeiçoar as soluções.

O App Start Up é uma iniciativa do Apps for Good, programa educativo do CDI Portugal que desafia os alunos a criar soluções tecnológicas para problemas reais. O evento aproxima equipas que já participaram no programa de empresas, incubadoras e investidores, criando oportunidades para apresentar as suas ideias e explorar formas de as desenvolver profissionalmente, através de mentoria, formação ou apoio financeiro.

Para João Baracho, Diretor-Executivo do CDI Portugal, “o App Start Up ajuda os alunos a dar o próximo passo: apresentar as suas soluções a profissionais, testar as ideias e perceber que apoios podem ter para transformá-las em projetos mais robustos. O contacto com empresas, incubadoras e investidores pode abrir caminhos concretos para que estas ideias continuem a crescer e a responder a necessidades reais”.

Foto DR – Apenas indicativa