Hugo Peixoto, candidato da coligação Unidos Por Todos a Ermesinde

O PSD, ou melhor a coligação Unidos por Todos, que além do PSD engloba o Mais, o CDS-PP e o MPT, apresentou no dia 19 de junho, o cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Ermesinde, Hugo Peixoto.

Hugo Peixoto tem 42 anos, é casado e professor e na apresentação da candidatura que decorreu no Auditório da Junta de Ermesinde defendeu a envolvência da população de Ermesinde e uma cidade mais inclusiva. Afirmou haver cada vez menos investimento e cada vez menos planeamento a médio e longo prazo.

Hugo Peixoto afirmou também que “Valongo está a perder a olhos vistos capacidade de atração e investimento em comparação com os outros municípios”. O candidato à Junta de Ermesinde defendeu a recuperação de edifícios antigos, como seja o antigo cinema de Ermesinde e queixou-se ainda da falta de recolha de resíduos sólidos “não há recolha de lixo eficaz e isso não dá para entender”. Hugo Peixoto também falou do que disse ser “a falta de cuidado com os jardins e parques, como o Parque da Resineira que está abandonado e sem qualquer tipo de cuidado”.

Os maus cheiros da ETAR e a poluição do Rio Leça foram outros assuntos referidos por Hugo Peixoto, dizendo que “a nossa principal prioridade e enfoque será paras as pessoas de Ermesinde”. O candidato falou ainda de desporto, cultura, ação social, ação sénior e comércio local como temas a que também vai dedicar atenção.

Antes do candidato tinha usado da palavra Rui Abreu, presidente do Núcleo do PSD de Ermesinde que defendeu a escolha de Hugo Peixoto como sendo um “futuro presidente de Junta sempre presente junto das pessoas”.

Maria João Magalhães líder da JSD/Valongo referiu-se ao que chamou de “marasmo do socialismo” e que Hugo Peixoto é a pessoa certa para “fazer acontecer”.

Mário Duarte, líder da concelhia do PSD, falou da importância das eleições autárquicas e entre várias críticas ao poder do PS, disse que “já era tempo de Ermesinde e Sobrado estarem ligados à rede do Metro”.

Por sua vez o candidato dos Unidos por Todos, Miguel Santos, começou por dizer que “quando for eleito não será preciso as pessoas andarem a pedinchar” e defendeu o uso de dinheiros públicos com mais critério. Disse Miguel Santos que “em oito anos o grande investimento foi a Árvore de Natal. O atual presidente está a torrar recursos públicos”. Em relação à nova Câmara referiu achar encantador, mas “não é agora que se devem gastar 20 milhões. O concelho tem outras prioridades”.