Na última sessão da Assembleia Municipal de Paredes, o CDS-PP decidiu abandonar os trabalhos após considerar que o seu deputado, José Miguel Garcez, foi impedido de intervir em plenitude. Segundo comunicado da Comissão Política Concelhia, no momento em que o deputado se preparava para usar da palavra, foi alvo de insultos e interrupções por parte de deputados do PS, com destaque para o vereador Elias Barros.
O CDS-PP refere ainda que o vice-presidente da Câmara, Paulo Silva, terá intercedido junto do presidente da Assembleia Municipal no sentido de condicionar a condução da sessão, o que o partido considera uma violação das regras de funcionamento do órgão autárquico e um atentado à liberdade de expressão.
Face à situação, a estrutura concelhia anunciou a intenção de apresentar queixa às entidades competentes, sublinhando que “o funcionamento das instituições democráticas deve ser respeitado” e garantindo que continuará a defender transparência e liberdade de expressão no debate político.
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