Penas suspensas para gangue que assaltou lojas em Gondomar e Lousã

Imagem: Alexa por Pixabay

Sete cidadãos peruanos, cinco homens e duas mulheres, foram, esta semana, condenados a penas de prisão suspensas entre três anos e oito meses e quatro anos e dois meses, por furtos em lojas Worten na Lousã e em Fânzeres, Gondomar.

O grupo, detido em flagrante no final de maio de 2024, após escalar o telhado da loja Worten em Fânzeres para aceder ao interior, confessou os crimes quase na totalidade, o que contribuiu para o alívio das penas. Após a detenção, ainda contactaram algumas das vítimas e devolveram parte dos bens furtados, levando à desistência de queixa em quatro casos.

O Tribunal de São João Novo, no Porto, acabou por dar como provados cinco furtos simples, dois qualificados e quatro falsificações de documentos. Contudo, após a contestação da defesa, foram retirados dois crimes de falsificação, e um dos furtos qualificados foi desagravado para tentativa. Também foram considerados extintos quatro furtos simples.


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Os três que entraram fisicamente na loja pelo telhado tiveram penas superiores (quatro anos e dois meses), enquanto os que ficaram de vigia nos carros receberam penas de três anos e oito meses. Todas as penas foram suspensas por períodos entre quatro e cinco anos.

A operação que levou à detenção do grupo foi conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Gaia, que, após identificar uma viatura usada no assalto à loja da Lousã, montou uma emboscada em Fânzeres, onde os suspeitos foram apanhados no interior da loja e nos veículos de apoio, sem resistência.


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