O Partido Socialista apresentou no sábado, dia 6 de setembro, os seus candidatos à Câmara de Valongo, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia.
Recorde-se que ato eleitoral de 12 de outubro já serão novamente as cinco freguesias a ir a votos depois da desagregação de Campo e Sobrado.
O candidato à Câmara mostrou-se confiante e contente com o que disse ser “uma grande afluência a esta iniciativa”.
Antes do discurso do candidato, tinha atuado o grupo Sons do Minho, adaptando alguns temas ao momento, tendo usado da palavra ainda Nuno Araújo, líder distrital socialista. Este responsável afirmou-se confiante na vitória do PS e de Paulo Ferreira, em Valongo “dando continuidade a 12 anos de progresso e desenvolvimento que colocaram Valongo na frente da área metropolitana”.
No seu discurso, Paulo Ferreira lembrou o trabalho de todos os vereadores, dizendo que “nestes 12 anos fizemos muita coisa, mas ainda há coisas a fazer, sei onde estamos e onde queremos estar”.
Paulo Ferreira destacou o aspeto social prometendo criar mais vagas para o ASA (Acreditamos em Seniores Ativos) e criar centros de convívio nos centros das freguesias. O candidato do PS prometeu ainda dar atenção aos seniores que vivem sozinhos e não conseguem sair de casa, com a criação de um programa de apoio ao domicilio”.
Quanto à juventude, falou da criação do Provedor Jovem e prometeu que a Câmara ajudará os jovens a criar projetos e a implementá-los.
O candidato do PS prometeu duplicar as vagas nas creches, para dar condições aos pais, e neste âmbito as atividades extracurriculares serão para continuar a preços adequados.
A habitação foi outra vertente abordada por Paulo Ferreira que prometeu interessar os privados a construírem a preços acessíveis, mediante a cedência de terrenos, por exemplo.
Outra promessa foi o lançamento de um projeto chamado 2.0 para redirecionar Valongo, sendo uma das apostas criar uma marca ligada ao turismo de natureza e às Serras do Porto.
No início do discurso, o candidato PS falou da situação em que o PS encontrou a Câmara em 2013. “Encontramos uma Câmara triste, endividada, a pagar em 200 dias. Num só mandato conseguimos acertar as contas. Havia funcionários que tinham de levar papel higiénico, porque a Câmara não tinha dinheiro. Lembro que as ruas estavam com luz apagada, colocamos leds, e negociamos uma divida com a EDP que existia há anos, entre muitas outras situações.”
Paulo Ferreira falou das logomarcas e da “criação de identidade”, uma estratégia que será seguida pelo PS.
O candidato prometeu apresentar o programa eleitoral brevemente, com 19 eixos identificados após “várias conversas com as pessoas”.
No final tiveram lugar as habituais fotos de família com as várias candidaturas.




