Com a presença de vários deputados à Assembleia de República, o Chega Valongo apresentou os seus candidatos às autárquicas de 12 de outubro. Foi na segunda feira, dia 14, e nos discursos a tónica pautou-se pelas críticas, particularmente ao PS pela governação nas autarquias de Valongo e pelos casos judiciais que têm sido divulgados.
O candidato à Câmara Municipal (anunciado pelo JNR há tempo), Rui Marques da Silva, agradeceu a resposta positiva dos presentes e defendeu que o primeiro objetivo é corresponder à confiança em si depositada pelas estruturas do partido. Disse que 12 anos de PS transformaram Valongo num concelho sem rumo. Falou da Casa da Democracia cujo custo “começou por ser 11 milhões e que já vai nos 30” e citou entre outros o “exemplo da escadaria, onde foi investido muito dinheiro e já está a ficar degradada”. Referiu-se ao que chamou de falta de oportunidades para jovens, citando como exemplo a falta de ensino superior. “Somos a única esperança para transformar as freguesias, o concelho e o país. Por isso dizemos o futuro chega agora”.
O candidato do Chega à Câmara defendeu 4 eixos de intervenção a saber; alterar as prioridades de investimento, estratégia para crescimento a longo prazo, resolver problemas antigos e transparência das instituições autárquicas.
Rui Marques da Silva terminou a sua alocução dizendo que “o Chega não vem para perder por poucos, vem para ganhar”.
O candidato do Chega a presidente da Assembleia Municipal é José de Carvalho, atual deputado na AR. Disse que vive no concelho há mais 30 anos e saudou o trabalho efetuado no concelho pelo coordenador Francisco Ferreira, nomeadamente na mobilização das pessoas. Mostrou-se confiante num bom resultado dizendo que a 12 de outubro seremos milhões no país e milhares em Valongo.
Francisco Pacheco, presidente da Concelhia e candidato na freguesia de Alfena, prometeu trabalho e dedicação e defendeu mais segurança, menos burocracia e mais eficiência dos serviços da Junta de Freguesia.
Carlos Oliveira, candidato à Junta de Freguesia de Campo referiu que a freguesia “há muito necessita de um trabalho sério. Em 19 anos não vi evolução nenhuma, há falta de limpeza e não houve valorização. Campo precisa de uma mudança severa para uma Junta ativa e firme.”
Nuno Lobo, candidato à Junta de Ermesinde, falou do seu passado ligado ao desporto, afirmou conhecer os problemas de Ermesinde, como a falta de policiamento e a deficiente recolha de resíduos sólidos. O candidato disse que “Ermesinde sofre da inépcia do atual presidente da Junta e estou convicto que vamos ganhar o desafio”.
Miguel Martins é o candidato do Chega a Sobrado e falou da sua experiência pessoal para melhorar a freguesia. Mostrou-se contra jogos de bastidores e disse que o seu compromisso é ouvir, servir e agir.
Pedro Borges é o candidato à Junta de Freguesia de Valongo. E começou por dizer:” olho para Valongo e o que é isto? Em Valongo o mérito é silenciado por compadrios, Valongo precisa de um líder que não peça licença para servir. Esta é uma batalha serena, mas dura.”
Fotos: AD/JNR



