O Vitória Sport Clube apresentou um protesto formal junto do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Voleibol, contestando a validade do jogo dos quartos de final da Taça de Portugal frente ao Ala Nun’Álvares de Gondomar, disputado em 16 de fevereiro. Em comunicado divulgado esta semana, o clube denuncia um erro técnico da equipa de arbitragem, que permitiu à equipa adversária três pedidos de tempo num mesmo set, algo expressamente proibido pelas Regras Oficiais da FIVB 2021-2024.
O Vitória SC sublinha que a irregularidade foi prontamente assinalada pelo capitão e pelo treinador durante o encontro, mas a equipa de arbitragem ignorou os alertas e concedeu o terceiro tempo. Em resposta, o Vitória decidiu jogar sob protesto, situação que foi registada no boletim oficial da partida.
O clube vitoriano alega ainda que, no final do encontro, o primeiro árbitro pressionou o capitão da equipa para assinar rapidamente o boletim de jogo, recusando conceder tempo para registar detalhadamente o protesto. Apesar das tentativas posteriores de formalizar a contestação, o Conselho de Disciplina recusou analisá-la, alegando falta de cumprimento das formalidades essenciais.
Diante da decisão, o Vitória SC reforça que a “resistência em reconhecer um erro, escolhendo o caminho de nada fazer para o reparar, fere gravemente a verdade desportiva”. O clube exige a repetição do jogo, afirmando que a competição deve respeitar os regulamentos e a integridade das provas.


