Silva Tiago, confirmou aos jornalistas que projeto já está em andamento e o objetivo é criar um “microclima em que existe tudo”.
A Câmara Municipal da Maia vai apresentar nas próximas semanas um projeto desafiador e de grande investimento no concelho, intitulado de “cidade cinco minutos”, onde vai ser criado “um microclima em que existe tudo”. Desde hotéis, habitação, empresas de base tecnológica, restauração, farmácias, praças, e até um museu de arte digital e um multiusos – centro de congressos apelidado pelo Presidente da Maia de “catedral”.
O espaço já escolhido e que terá aproximadamente 40 hectares, localiza-se na Área Empresarial Maia I, próximo da estação de metro de Mandim. O objetivo é o de “transformar uma das maiores áreas empresariais num espaço com vida 24 horas e útil para a Maia”, referiu o autarca, dizendo ainda que o projeto está a ser estratégicamente pensado e que quando se deslocou até lá detetou que “faltam muitas coisas”.
Segundo Silva Tiago, ainda está em estudo o formato do Centro de Congressos e apenas adiantou que o mesmo irá ter uma capacidade igual ou superior a 8.500 espectadores, sendo que está também em cima da mesa a hipótese de concessão do equipamento, uma vez que dentro de semanas a Câmara estará em condições de “definir o projeto e abrir um concurso público internacional”.
O autarca explicou ainda que “a Maia tem infraestruturas de excelência” no que diz respeito ao desporto contabilizando até ao momento “19 pavilhões gimnodesportivos e 12 estádios de desporto e parques de lazer”. Para reforçar esta aposta do município, Silva Tiago apontou a importância desde projeto que inclui “a catedral”, dizendo também que vai permitir ”fecharmos a rede”.
O plano da “cidade cinco minutos” já está em andamento e a Câmara prepara-se para proprietários, assumindo que não será a autarquia a construir e a gerir o espaço. “Vai custar milhões e milhões… porque não é só fazer arruamentos e infraestruturas. Vamos, por isso, tentar que sejam entidades privadas que nos ajudem a concretizar. O projeto foi pensado na autarquia para termos a certeza que era sustentável”, concluiu o Presidente.
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