MANIFESTUM arte de dizer Valongo 2020 resiste ao vírus

A Palavra é de novo o território certo do «MANIFESTUM arte de dizer Valongo 2020». A edição de 2020 realiza-se este fim-de-semana e comporta conteúdos audiovisuais, conversas, laboratórios, concertos, intervenções poéticas interativas, nos formatos online nas redes sociais do Município de Valongo e com um único espetáculo ao vivo «Estilhaços», no Fórum Cultural Vallis Longus, cumprindo as normas do estado de emergência em vigor.

Lançado pela Câmara Municipal de Valongo em parceria com a associação cultural Exemplo Extremo, o projeto «MANIFESTUM arte de dizer» avançou pela primeira vez em 2019 com o objetivo primordial de sublinhar Valongo como casa de uma inédita aventura no nosso país: o alcance incomensurável que a palavra dita cria.

“Esta iniciativa insere-se numa aposta muito forte deste executivo municipal na Cultura, enquanto pilar de formação de cidadãos mais autónomos e envolvidos na vida cívico política de toda a comunidade. É a cultura que nos define enquanto seres humanos, sem ela não há humanidade”, considera o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, frisando que “apesar das limitações impostas pela pandemia, é possível manter uma oferta cultural de qualidade e resistir ao vírus”.

Francisco Geraldes e Pedro Mexia, Adolfo Luxúria Canibal, Alexandre Quintanilha e Valério Romão, Rui Spranger e Rui David, Rui Xará e Rui Zink são alguns dos participantes desta edição que encerra Ana Celeste Ferreira, Ana Luísa Amaral, Ricardo Caló e formandos do laboratório «Há Palavras que nos Beijam».