Parfrontal – Dez anos de energia amiga do ambiente

A valonguense Parfrontal Energias Lda está comemorar dez anos de atividade.

Trata-se de uma empresa dedicada à comercialização e instalação de sistemas de energias renováveis e climatização. Dispõe de serviços de manutenção de equipamentos e consultoria de projetos de engenharia para sistemas solares, aquecimento ou refrigeração de espaços habitacionais ou de trabalho.
Desde o início da sua atividade, que a qualidade do atendimento e dos produtos disponibilizados são o estandarte e a razão pela qual os clientes continuam a confiar em pleno.
Lê-se na página online da empresa que “a nossa missão é proporcionar produtos e serviços de alta qualidade respondendo assim, às necessidades dos nossos clientes”.
A Parfrontal exerce sobretudo a sua ação na colocação de sistemas fotovoltaicos (painéis solares) e na climatização, seja com sistemas aerotérmicos ou geotérmicos
Pedro Sá é o sócio-gerente da empresa e foi com ele que fomos saber mais deste projeto que comemora este mês de maio o seu décimo aniversário.
Sobre esta data festiva, o responsável refere que “tudo se deve à aposta que os nossos clientes continuam a fazer em nós. Vamos continuar a trabalhar neste sentido, a apostar numa formação contínua, já que esta é uma área em constante evolução”.
A empresa foi fundada em 2009, mas já desde 2004 que Pedro Sá exercia funções nesta área.
Em 2009, com o programa de apoio governamental às energias renováveis, surge o boom e daí a aposta na criação da empresa.
A área geográfica abrangida pela Parfrontal não é limitada, havendo trabalhos em todo o Portugal continental, ilhas e também no estrangeiro, nomeadamente em Angola e Gibraltar.
Revela Pedro Sá que em Angola, a possibilidade de trabalho surgiu através de uma parceria com uma empresa local. Em Mussulo instalamos o primeiro sistema fotovoltaico com baterias, reduzindo a necessidade de utilização de geradores, uma vez que a ilha não tem eletricidade”.

Instalação em Murça

Desafiado a descrever uma intervenção emblemática em Portugal, Pedro Sá refere a efetuada em Murça,na nova fábrica de tintas da empresa Timicor. Trata-se da instalação de um sistema de 42 painéis e com capacidade de produção de 12 Kilowatts, sistema de extração industrial, tratamento de ar e climatização. De referir ainda a instalação de várias instalações utilizando sistemas de baterias, com a possibilidade de acesso online imediato para verificação da capacidade armazenada ao momento.
Sobre se ainda vale a pena apostar neste tipo de energia, uma vez que o apoio, quando existe, é muito menor, o gerente da Parfrontal responde de imediato que sim: “Há muita coisa ainda para fazer. As grandes instalações fotovoltaicas já não precisam de ser subsidiadas para dar lucro”.
Refira-se que o excedente da energia produzida por quem possui os painéis é vendida à EDP a preços que o mercado regula. Diz Pedro Sá que “esta aposta tem-se revelado muito compensadora para os investidores”.
Sobre a dificuldade de legalização dos painéis, o responsável que temos vindo a ouvir diz que “cada vez é mais fácil. Até 6 painéis (máximo 1500 watts de produção) basta uma mera comunicação à Direção geral de Energia. A partir daí e até 1 Megawat carece de licença e vistoria da DGE. O Processo é todo realizado por nós, o cliente não tem que se preocupar com nada, apenas usufruir do sistema.
Outro sistema interessante e muito rentável é a conciliação de produção elétrica através de painéis fotovoltaicos, associado a um sistema aerotérmico compacto (Bomba de Calor) para produzir água quente sanitária. – Permite o aquecimento da água até 60 graus para os banhos a custo zero, proveniente da produção solar, o remanescente é injetado na rede elétrica da casa permitindo assim uma considerável redução nos custos com a energia. Este sistema oferece também algumas vantagens em relação aos sistemas tradicionais solares térmicos, não existe sobre-aquecimento nos dias com maior radiação solar, reduzindo assim custos de manutenção, pela ausência de liquido solar, ou seja é um dois em um – Aquece a agua dos banhos e produz energia elétrica para a casa.
Sobre o futuro nesta área, Pedro Sá mostra-se confiante referindo que “com a aposta nas baterias de lítio a preços cada vez mais baixos e com maior capacidade, vai haver uma revolução, seja para os automóveis, seja para as habitações”.
A Parfrontal é parceira de uma marca portuguesa de referência, a Solius, representando-a em Valongo. Esta parceria prova a aposta da Parfrontal em querer disponibilizar qualidade aos seus clientes.
Questionado sobre o aconselhamento que pode ser dado a quem quer apostar em energias renováveis, Pedro Sá refere que “possuímos um serviço de aconselhamento e elaboração de projetos para todas as possibilidades. Tratamos do licenciamento, assistência, para além da instalação”.
Ainda sobre as vantagens da aposta em painéis, diga-se que a média de retorno do investimento é em média de 4/5 anos e todas as habitações podem servir para colocar painéis. Uma das opções que tem sido escolhida é a da colocação de painéis em parques de estacionamento, o que se pode traduzir numa mais-valia acrescida para recarga dos veículos elétricos.
Voltando à poupança, terminamos com um exemplo real do que pode acontecer. Num hotel no Funchal onde a Parfrontal efetuou uma intervenção, o custo mensal com gás antes da colocação de um sistema Aerotérmico chegava aos 4700 euros mensais. Agora fica-se pelos 500 euros. A intervenção custou 40 mil euros, pelo que em onze meses está garantido o retorno.
A sede da Parfrontal é na Rua das Pereiras, em Valongo e os contactos são: telefone geral : 220996219; Assistência Técnica: 914963252 e E-mail: geral@parfrontalenergias.pt

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